quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Sub Level Caving

IV ENGMINAS



Foto dos alunos da UFPE no IV ENGMINAS em Campina Grande.Na ordem da esquerda para direita: Luiz Filipe,Prof Róbson,Romero,Cleuber,Andrevhity, Kleber e Wellington.Enviada pelo aluno Luiz Filipe Campos da UFPE.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Kinross quer triplicar a extração de ouro no país

A valorização do ouro no mercado internacional fará a canadense Kinross investir US$ 470 milhões para triplicar a produção da Rio Paracatu Mineração (RPM), no noroeste de Minas Gerais. A jazida, controlada pelos canadenses desde 2005, terá a produção elevada das atuais 5,8 toneladas anuais para 15 toneladas anuais a partir de 2008.

O plano inicial dos canadenses era investir US$ 154 milhões para chegar a 10,5 toneladas anuais. O preço do metal preciosos elevado, porém, forçou a revisão do planejamento. Para este ano, a expectativa é de que o preço do ouro sofra uma valorização de 10%.

Ampliada, a RPM deverá registrar um faturamento anual de US$ 280 milhões. A receita da mineradora no ano passado foi de US$ 100 milhões. O comunicado oficial do investimento foi feito ontem, em Belo Horizonte, pelo vice-presidente de operações da Kinross Gold Corporation, Tim Baker. O investimento vai ampliar em 11 anos a vida útil da mina, que passará a ter exaustão prevista para 2036.

Segundo o presidente da Kinross Brasil, Manoel Carlos Lopes Cerqueira, a mina da RPM no município de Paracatu tem um dos menores teores de ouro do mundo. Mas as pesquisas realizadas mostraram o potencial das reservas. "O preço do ouro está em alta, principalmente em razão da insegurança mundial em alguns setores e do enfraquecimento do dólar", afirmou.

A previsão da Kinross é de que as obras de ampliação estejam concluídas até agosto de 2008. Durante as obras, a Rio Paracatu deverá empregar direta e indiretamente 2 mil pessoas. Com as novas instalações, a partir de setembro de 2008, serão gerados cerca de 150 novos empregos, além dos 550 atuais.

Minas Gerais é o maior exportador brasileiro de ouro. Dos US$ 658,5 milhões, exportados pelo Brasil, no ano passado, o Estado foi responsável por US$ 415,3 milhões. Além de Minas Gerais, a Kinross desenvolve pesquisas no Maranhão, Pará e Goiás.

Informações mais recentes do Departamento Nacional de Pequisa Mineral (DNPM), de 2005, mostram que a extração de ouro no Brasil caiu de 47,6 toneladas (contando mineração e garimpo) para 38,3 toneladas. Os números de 2006 ainda não foram divulgados.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Minas pelo mundo



Rock of Ages
Vermont, 1991



Rock of Ages
Active Granite Section, Wells-Lamson Quarry, Barre, Vermont, 1991



Rock of Ages
Active Section, E.L. Smith Quarry, Barre, Vermont, 1991


href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4KGfH3Re5eRXIKxXd-XaZI98st_YdVQEA9zwkK_c_04LBdXs0hmr4tr017iLbmnKA-53tgjCJIYjMLmLqxOio98qnRQjt_goekfL6s3phxisnCHB4Q3uBvJ33rgsflRDh0KJso1blzHw/s1600-h/Mines_22.jpg">


Kennecott Copper Mine No. 22,
Bingham Valley, Utah 1983

Vale anuncia exploração de maior mina do mundo em MG; analistas mostram otimismo

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
23/10/07 - 19h18
InfoMoney


SÃO PAULO - A postura agressiva da Vale do Rio Doce na busca pela expansão de suas operações foi reforçada com um importante anúncio divulgado pela mineradora na terça-feira (23).

De acordo com informações veiculadas na imprensa, um ano após inaugurar a maior mina a céu aberto do mundo, a Brucutu, a Vale anuncia a exploração de uma mina ainda maior, localizada a poucos quilômetros de distância da Brucutu, no estado de Minas Gerais.

Segundo relatório da corretora Link, a mina "gigante" receberá investimentos da ordem de US$ 2,2 bilhões, e deverá ser construída num prazo de cerca de 36 meses, segundo o engenheiro responsável pela área de ferrosos da empresa no estado.

Na avaliação dos analistas da instituição, mesmo com aumento dos custos de equipamento e manutenção das minas, a demanda por minério de ferro deve continuar sólida pelos próximos anos com o auxílio da elevada procura chinesa pelo metal, o que tornaria a iniciativa um excelente investimento.

Momento favorável
O empreendimento em questão faz parte de um programa de investimentos da Vale que pretende elevar a produção de minério de ferro de 300 milhões para 400 milhões de toneladas no Brasil até 2012, destacou a Link.

Deste volume projetado para o País, 300 milhões de toneladas deverão ser lavrados no estado de Minas Gerais, com forte participação da Brucutu e da nova mina a ser explorada.

O momento favorável vivido pelo mercado internacional de minério de ferro foi ressaltado pela Link, que considerou a mineradora brasileira como uma das maiores beneficiadas por este cenário.

A corretora disse, ainda, acreditar que os preços do minério devem continuar fortes pelo menos para os próximos dois anos, puxados pela demanda chinesa.

A maior mineradora do mundo?
Estas premissas, aliadas à expectativa de elevação dos níveis produtivos com a entrada em operação da mina anunciada e à busca contínua por novos investimentos, devem levar a companhia brasileira a ser a maior mineradora mundial dentro de alguns anos; conclui a corretora.

Atualmente, a inglesa BHP Billiton responde pela liderança mundial no setor, sendo a Vale a segunda da lista. Na produção de níquel, a mineradora brasileira já responde pela maior fatia do mercado mundial, assim como no minério de ferro.

Perspectivas futuras
O anúncio vem em meio à expectativa do mercado em relação aos resultados operacionais referentes ao terceiro trimestre de operações da Vale, que serão apresentados na próxima quinta-feira, após o fechamento do mercado.

Tanto a Link quanto a Brascan acreditam que o desempenho no período deve vir abaixo do registrado no segundo trimestre, em grande parte devido a uma queda no preço médio negociado do níquel, que vem de recorde no trimestre anterior.

Ainda assim, a perspectiva continua positiva para ambas as instituições. A Link espera que as exportações para a China devem continuar crescendo, assim como a produção da Vale. Caso consiga entregar mais minério, a corretora acredita que os resultados da companhia podem surpreender, mesmo com a queda na cotação do níquel.

A Brascan procurou ressaltar o fato de que os preços do níquel no período foram atípicos e a manutenção dos patamares atingidos não deve prevalecer, pois estimula o desenvolvimento de novos projetos menos intensivos no níquel.

Vale investirá US$ 10 bi para abrir maior mina do mundo

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) vai investir US$ 10 bilhões na abertura da maior jazida de minério de ferro do mundo, localizada em Carajás, no Pará. A mina Serra Sul será aberta até 2012, segundo previsão do plano de investimento anunciado pela companhia para os próximos cinco anos.A meta é produzir 90 milhões de toneladas por ano - quase do mesmo tamanho da mina de Carajás que já está em operação. Será o primeiro projeto de minério de ferro já desenvolvido no mundo com estas dimensões. O recorde anterior era da própria Vale, com a abertura da mina de Brucutu, em Minas Gerais.A mina Serra Sul é o principal projeto dos próximos cinco anos para a companhia. O investimento global da Vale no período será de US$ 59 bilhões e inclui, além da abertura da nova mina, a expansão da produção na parte norte de Carajás (que passará de 100 milhões para 130 milhões de toneladas por ano) e o crescimento da produção em Maquiné-Baú, projeto do Sistema Sudeste, em Minas Gerais. A meta da companhia é produzir 450 milhões de toneladas de minério de ferro até 2012, 150 milhões a mais do que a atual capacidade entre os projetos do Pará e Minas Gerais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Araripina

Conferência debaterá em Belém a sustentabilidade socioambiental da mineração

Uma palestra de Paulo Haddad, ex-ministro do Planejamento e da Fazenda, marcará a abertura, na noite do dia 19 de novembro, da 2ª Conferência de Responsabilidade Socioambiental da Amazônia – Mineração Sustentável. Será no Teatro Maria Silvya Nunes, da Estação das Docas, em Belém, numa realização do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), com apoio institucional da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).

A sessão de abertura terá a governadora paraense Ana Júlia Carepa, o presidente do Ibram, Paulo Camillo Penna, e o secretário de Geologia, Mineração e Transformação do Ministério de Minas e Energia, Cláudio Scliar. A exposição de Haddad terá como debatedores o deputado federal Nilson Pinto, presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Cama dos Deputados; do secretário estadual de Meio Ambiente, Valmir Ortega; e do secretário de Meio Ambiente do Amazonas, Virgilio Viana.

No dia 20, o painel “Inclusão social pela educação e formação profissional” terá duas palestras, a partir das 9 horas: o gerente de sustentabilidade da Alcoa falará sobre o programa de qualificação profissional do Projeto Juruti e o gerente geral de RH do Sistema Norte da Companhia Vale do Rio Doce, João Menezes, sobre a estratégia de educação e capacitação da empresa.

Logo depois estará em pauta o Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF) da Fiepa, numa explanação de David Leal, tendo como debatedores o deputado estadual Gabriel Guerreiro e o secretário-executivo da Adimb – Agência para o Desenvolvimento Tecnológico do Ibram.

À tarde, o primeiro painel será sobre “Mineração – rumo à excelência sem saúde e segurança do trabalho”, com José Henrique Farber, consultor do Ibram; Ademar Cavalcanti Silva Filho, da Mineração Rio do Norte; e Rinaldo Mancin, diretor de assuntos ambientais do Ibram. Debaterão o tema Every Aquino, do DNPM, e Waldemir Queiroz, da Imerys.

O último painel do evento terá como tema “Mineração – novas abordagens rumo à sustentabilidade”, com palestras de Júlio Nery, da Cadam/PPSA; e de Roberto Messias Franco, diretor de licenciamento ambiental do Ibama. Os debatedores serão Maria Amélia Henríquez, da Universidade Federal do Pará; e Carlos Souza, do Imazon. O encerramento da conferência está previsto para 18h15.

Pará Negócios

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Mina Subterrânea de Extração de Potássio

Conselho Federal de Engenharia abre 47 vagas: salários de até R$ 4 mil

São 34 funções de níveis médio e superior com salários de R$ 1.002,74 a R$ 3.956,88.As provas serão realizadas no dia 25 de novembro em Brasília.

Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia

Inscrições
Entre as 12h do dia 23 de outubro e as 16h do dia 5 de novembro

Vagas
47 vagas em 34 funções
Taxa de inscrição
De R$ 20 a R$ 80

Salário
De R$ 1.002,74 a R$ 3.956,88

Provas
25 de novembro

O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) abriu concurso público para 47 vagas em 34 funções de níveis médio e superior. Os salários vão de R$ 1.002,74 a R$ 3.956,88. Veja aqui o edital.

As taxas de inscrição vão de R$ 20 a R$ 80. Somente será admitida inscrição via Internet, no endereço eletrônico do Instituto Cetro, entre as 12h do dia 23 de outubro e as 16h do dia 5 de novembro.
A partir do dia 19 de novembro de 2007, o candidato deverá conferir, no endereço eletrônico do Instituto Cetro, se os dados da inscrição efetuada via Internet foram recebidos, e se o valor da inscrição foi pago. Em caso negativo, o candidato deverá entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Candidato - SAC, do Instituto Cetro, no número (11) 3285-2777 , de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30.

As provas serão realizadas na cidade de Brasília na data prevista de 25 de novembro.

Veja a lista de funções:

Administrador
Advogado
Analista de Tecnologia da Informação
Arquiteto
Assistente Administrativo
Assistente de Tecnologia da Informação
Auditor
Bibliotecário
Comunicação Social (Jornalismo)
Comunicação Social (Publicidade e Propaganda ou Relações Públicas)
Contador
Especialista (Arquivologia)
Engenheiro Agrimensor
Engenheiro Agrônomo
Engenheiro Ambiental
Engenheiro Civil
Engenheiro de Controle e Automação
Engenheiro Eletricista
Engenheiro Eletrônico
Engenheiro Florestal
Engenheiro Mecânico
Engenheiro Químico
Especialista (Arte Visual ou Comunicação Social/ Publicidade e Propaganda ou Comunicação Visual ou Desenho Gráfico ou Desenho Industrial ou similar)
Especialista (Ciências Econômicas)
Especialista (Comunicação Social ou Letras)
Especialista (História)
Especialista (Pedagogia ou Psicologia)
Especialista (Psicologia ou Comunicação Social/Relações Públicas)
Especialista (Relações Internacionais)
Especialista (Secretariado Executivo)
Geólogo ou Engenheiro
Geólogo ou Engenheiro de Minas
Serviços Administrativos
Técnico em Contabilidade